Leste/Oeste de Nuno Rogeiro

Leste/Oeste de Nuno Rogeiro

A análise de Nuno Rogeiro sobre os temas que marcam a atualidade internacional. Todos os domingos, Leste/Oeste na SIC Notícias e em podcast

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Resumo do episódio

Este episódio explora as raízes geopolíticas e as consequências globais dos atentados de 11 de setembro, analisando a transição do terrorismo para um modelo demonstrativo liderado pela Al-Qaeda. A narrativa detalha como falhas críticas de comunicação entre o FBI e a CIA, juntamente com relatórios de inteligência ignorados por razões políticas, permitiram a execução dos ataques. A análise percorre o impacto duradouro do evento, desde a guerra no Afeganistão e o regime de exceção em Guantánamo até ao surgimento do Daesh. O episódio também reflete sobre o papel das fake news na construção de teorias da conspiração e encerra com recomendações culturais que ajudam a compreender o trauma e a complexidade deste marco histórico.

Capítulos

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Destaques

o 11 de setembro é o terceiro momento traumático de um longo período da vida dos Estados Unidos.

00:03:49 · O locutor contextualiza o atentado como parte de uma sequência de crises políticas e sociais nos EUA.

procuravam um novo tipo de ação política, político-militar. Era, no fundo, a preparação já não do velho terrorismo que era dirigido contra pessoas determinadas, contra agências, contra instituições, mas era um terrorismo demonstrativo

00:11:07 · Explica a mudança na estratégia terrorista para ataques de grande impacto mediático e destruição em massa.

E ele fez um relatório tão devastador que chegou a ser proibido a sua divulgação,

00:23:03 · Refere-se à reação das autoridades ao relatório de Marvin Scott que detalhava possíveis ataques terroristas.

O Tenet não passou os dados externos para o FBI e o FBI não passou os dados internos para o FBI.

00:39:48 · O narrador explica como a falta de integração entre as agências de inteligência impediu a identificação do plano terrorista.

Mudou de muitas maneiras, nós somos de certa forma todos filhos geoestratégicos do 11 de setembro, ainda estamos de certa maneira numa situação de refluxo de tudo aquilo.

00:54:28 · O apresentador reflete sobre como o mundo foi permanentamente alterado pelos eventos geopolíticos decorrentes dos atentados.

Episódios

341-

25 anos dos atentados às Torres Gémeas: O relatório que previu o 11 de Setembro foi silenciado?

Este episódio explora as raízes geopolíticas e as consequências globais dos atentados de 11 de setembro, analisando a transição do terrorismo para um modelo demonstrativo liderado pela Al-Qaeda. A narrativa detalha como falhas críticas de comunicação entre o FBI e a CIA, juntamente com relatórios de inteligência ignorados por razões políticas, permitiram a execução dos ataques. A análise percorre o impacto duradouro do evento, desde a guerra no Afeganistão e o regime de exceção em Guantánamo até ao surgimento do Daesh. O episódio também reflete sobre o papel das fake news na construção de teorias da conspiração e encerra com recomendações culturais que ajudam a compreender o trauma e a complexidade deste marco histórico.

13 set. 2026
340-

25 Anos do 11 de Setembro: A primeira manhã

Este episódio explora o impacto traumático dos atentados de 11 de setembro, contrastando a calmaria do início dos anos 2000 com a atmosfera de guerra que se instalou em Nova Iorque. Através de relatos pessoais, descreve-se a confusão inicial, a incerteza sobre o destino de familiares e a sensação de vulnerabilidade vivida por testemunhas no local. A discussão aborda as profundas mudanças na segurança global, desde o transporte aéreo até à geopolítica internacional, refletindo como o evento alterou permanentemente a percepção de segurança no mundo. O episódio explora ainda as repercussões em Portugal, o medo de ataques biológicos e a dificuldade de interpretar a real importância histórica de eventos mediáticos face a transformações globais de longo prazo.

11 set. 2026
339-

Um “abalo teutónico” na Alemanha, um "savoir-faire" ucraniano e o material dos EUA nos mísseis russos

Este episódio analisa a ascensão política da AFD na Alemanha como reflexo de falhas em políticas de imigração e segurança, além de discutir a presença de tecnologia ocidental em mísseis russos utilizados na Ucrânia. O debate explora também as tensões geopolíticas globais, incluindo o avanço tecnológico espacial do Irã e as preocupações do Pentágono. A análise estende-se aos conflitos no Iémen contra a Arábia Saudita, operações antinarcóticos no Pacífico e as dinâmicas de inteligência ucraniana. Por fim, abordam-se o novo comando espacial americano e as complexas relações diplomáticas entre Israel, Turquia e Grécia.

09 set. 2026
338-

“A Rússia quer que os ucranianos saiam do resto do Donbass e que a Rússia entre militarmente, o que não será aceite pelos ucranianos”

Este episódio analisa o panorama de tensões geopolíticas globais, focando-se nas ameaças híbridas e sabotagens na Alemanha, bem como nos ataques russos contra infraestruturas críticas na Ucrânia. Discutem-se as manobras militares da NATO, a evolução tecnológica dos drones de combate e o impacto das sanções económicas americanas sobre entidades ligadas ao Irão e à China. A análise estende-se ainda à crise migratória em Ceuta, às dinâmicas diplomáticas entre os EUA e o Canadá e aos desafios de defesa e segurança alimentar em Portugal. O episódio encerra com reflexões sobre a resiliência ucraniana e as necessidades de operações conjuntas nas forças armadas.

06 set. 2026
337-

Os ataques no Golfo continuam...“[Falta] saber o que acaba primeiro: as armas americanas ou o dinheiro iraniano”

Este episódio analisa a escalada de tensões no Golfo entre Irão e Estados Unidos, detalhando ataques a bases americanas e o uso de mísseis lançadores de minas. Aborda também a política externa de Donald Trump em relação à Ucrânia, as declarações polémicas do político russo Piotr Tolstoi e o crescimento do partido populista AfD na Alemanha. A análise estende-se às novas dinâmicas de alianças militares, como o reabastecimento de aviões ocidentais por aeronaves chinesas, a política externa da Argélia no Sahel e a corrida naval no Pacífico entre China e Japão.

02 set. 2026