Resumo do episódio
As redes sociais e a inteligência artificial estão a mudar a forma como recebemos informação, formamos opiniões e participamos na democracia. Adolfo Mesquita Nunes regressa ao Perguntar Não Ofende para analisar o poder dos algoritmos, a polarização política e os riscos de entregar à tecnologia decisões cada vez mais importantes
As redes sociais e a inteligência artificial estão a mudar a forma como recebemos informação, formamos opiniões e participamos na democracia. Adolfo Mesquita Nunes regressa ao Perguntar Não Ofende para analisar o poder dos algoritmos, a polarização política e os riscos de entregar à tecnologia decisões cada vez mais importantes
Episódios
Adolfo Mesquita Nunes: seremos governados pelo algoritmo?
OuvidoAs redes sociais e a inteligência artificial estão a mudar a forma como recebemos informação, formamos opiniões e participamos na democracia. Adolfo Mesquita Nunes regressa ao Perguntar Não Ofende para analisar o poder dos algoritmos, a polarização política e os riscos de entregar à tecnologia decisões cada vez mais importantes
José António Vieira da Silva: o nosso sistema de reformas é insustentável?
OuvidoHá duas décadas que a Segurança Social é dada como próxima do colapso, mas as previsões sucessivamente adiadas e os excedentes acumulados contam outra história. José António Vieira da Silva analisa a sustentabilidade do sistema e as propostas de reforma.
Luaty Beirão, em Luanda: como pode Angola sair do ciclo de opressão e corrupção?
OuvidoFilho do regime, o rap levou Luaty Beirão a uma Angola que o privilégio não lhe tinha permitido conhecer, a consciência do país em que vivia levou-o à oposição frontal a José Eduardo dos Santos e a oposição levou-o à prisão, onde esteve com mais de 14 companheiros, há 11 anos
Vicente Ferreira: temos usado a receita errada para combater a inflação?
OuvidoO convidado desta edição é Vicente Ferreira. Economista, doutorado pela Universidade Sapienza de Roma, com passagem pela Universidade de Londres e pelo ISEG onde recebeu os prémios do Banco de Portugal e da Caixa Geral de Depósitos para o melhor aluno da licenciatura em Economia e onde hoje ensina Macroeconomia e História do Pensamento Económico
Especial Dia Mundial da Criança com Ângela Fernandes, 26 anos, 17 em casas de acolhimento, psicóloga: é possível crescer institucionalizado e ser um adulto estruturado?
OuvidoÂngela chegou às casas de acolhimento com 5 anos. Aos 13 anos, veio do Porto para Lisboa, para um novo acolhimento residencial, onde ficaria até aos 20 anos. Viveu 15 anos em casas, mas nem por isso em família. Com pessoas que entraram e saíram. Adultos que a acompanhavam como profissão. Ainda viveu numa casa de autonomia até aos 22 anos. No total, 17 anos. O percurso posterior da Ângela não terá sido o mais habitual em quem começou a vida nas piores condições. Acabou o ensino secundário, foi para a faculdade, fez o mestrado e está, neste momento, a fazer o estágio da Ordem dos Psicólogos. Não só, porque aos 25 anos deixou de ter direito ao apoio do Estado para quem, estando nas suas condições, continua a estudar. Sem qualquer rede familiar de apoio, trabalha na Zara e, nas horas extra, ainda faz algum trabalho de modelo. A vida da Ângela daria sempre para uma excelente conversa. O facto da sua tese de mestrado ter sido sobre a experiência do acolhimento residencial de outros jovens ainda a pode tornar mais…